Nas resoluções pra 2014 quero repetir muitas coisas
Repetir coisas novas
Me surpreender com coisas repetidas
Quero ler muito e escrever ainda mais
Amar muito e me deixar amar demais
Estudar a fundo, pesquisar, entender e compreender
As palavras, os gestos, as pessoas e os motivos
E aquilo que eu não conseguir entender, aceitar.
Em 2014 quero novos amigos, e que os meus continuem eternos
Novos amores, novas aventuras, novas histórias
Muitas lembranças e muitas saudades
Quero aprender a melhor forma de colocar tudo pra fora
E guardar tudo bem lá dentro
Quero trabalhar, criar, produzir
Preservar, reciclar, reduzir
Acima de tudo quero sorrir
Cantar, dançar, brincar e curtir
Conhecer novas músicas, novos filmes e novos clássicos.
Não perder nenhuma das 365 oportunidades que a vida vai me dar
De crescer, aproveitar e acompanhar o crescimento dos que me cercam
Receber de braços abertos todo o carinho que puder
Não hesitar em dar ouvidos, ombro e abraços
Em 2014 quero um caminho longo
De curvas, bifurcações e até abismos
Porque quero que quando, mais uma vez, for olhar pra trás
Eu tenha a certeza que, ganhando ou perdendo
Errando ou acertando, Sorrindo ou chorando
A vida foi plena comigo, e eu fui intensa com ela.
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Não acredito mais no destino
Quando você vira a esquina
Com a mesma camisa do meu sonho
Ou quando o casal ao lado
Pede o seu prato preferido
Desisti de romances e calei o coração
Pra não ver que ando sempre
procurando seus olhares
Em todos os novos amigos
Espero ouvir o seu nome
No filme da minha cabeça
Somos sempre protagonistas
Num jogo de gato e rato
Nos corações, nos corpos, nas noites
Finjo não saber
Que em todos os meus labirintos
É você a minha saída.
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Balanço
Vivi, chorei, tive medo
Abri os olhos, fechei o coração
Fechei os olhos, abri a alma
Chorei, vivi, tive medo
Criei coragem, fui em frente
Criei coragem, deixei pra lá
Criei coragem, abri os olhos e saltei
Senti as pernas bambas
Senti vontade de voltar atrás
Senti as pernas moles
Senti vontade de correr atrás
Corri, saltei, voei
Gostei, desgostei, gozei, sonhei
Sonhei e acordei do sonho
Acordei
e sonhei a vida!
Abri os olhos, fechei o coração
Fechei os olhos, abri a alma
Chorei, vivi, tive medo
Criei coragem, fui em frente
Criei coragem, deixei pra lá
Criei coragem, abri os olhos e saltei
Senti as pernas bambas
Senti vontade de voltar atrás
Senti as pernas moles
Senti vontade de correr atrás
Corri, saltei, voei
Gostei, desgostei, gozei, sonhei
Sonhei e acordei do sonho
Acordei
e sonhei a vida!
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
De que?
Medo
Que congela
Que acelera
Que encoraja
Que acovarda
Medo
Que abre
Que tranca
Que voa
Que tomba
Medo
De mim
De você
Do que cresce
E do que pode morrer
Que congela
Que acelera
Que encoraja
Que acovarda
Medo
Que abre
Que tranca
Que voa
Que tomba
Medo
De mim
De você
Do que cresce
E do que pode morrer
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
o mundo nos teus olhos
No dia em que vi teus olhos
Por acaso, distraídos
Não soube se era verdade ou ilusão
Se era mentira ou paixão
Vi nos teus olhos um mundo só teu
Sem janelas ou portas abertas
Sem lacunas ou espaços
Para outros olhos
Nos teus olhos te vi inteiro
Num segundo
Nos teus olhos te vi
Pela primeira vez.
No dia em que vi teus olhos
Por acaso, distraídos
Não soube se era verdade ou ilusão
Se era mentira ou paixão
Vi nos teus olhos um mundo só teu
Sem janelas ou portas abertas
Sem lacunas ou espaços
Para outros olhos
Nos teus olhos te vi inteiro
Num segundo
Nos teus olhos te vi
Pela primeira vez.
domingo, 1 de dezembro de 2013
No instante em que fecho meus olhos abro meu coração
No gosto do beijo, no cheiro da pele, no toque das mãos
os pelos da nuca se arrepiam e se misturam com os cabelos
que pulam por entre seus dedos nervosos e sedentos
brincando como crianças correndo pelo meu corpo
que fala com todos os poros no pé do seu ouvido
o que foi mil vezes imaginado, antes de ser vivido
O que foi tão desejado, o que foi tão proibido
No instante em que fecho meus olhos e um novo mundo se abre
de portas, janelas e pontes. De cores, formas e outro horizonte
em que eu não mais ando sozinha e somos os olhos do mar
olhando a beira da praia, ao longe a cidade acordar
pulsando sangue nas ruas, de uma longa madrugada
nas buscas e desencontros de casais que por quase nada
desfiguram as esquinas, com suas cores sombrias
poluem, cortam, escondem, seus medos na primeira entrada
No instante em que fecho meus olhos e vejo o sol brilhar
é la de longe que eu te vejo lindo, de olhos abertos sorrindo
E dentro da tua boca, no teu céu de idéias loucas
Vejo minha língua solta, suspensa e livre a dançar
Rodando e esperando o dia em que seremos estrelas
não duas, mas um milhão delas
num mundo onde os olhos fechados
serão clareiras abertas.
No gosto do beijo, no cheiro da pele, no toque das mãos
os pelos da nuca se arrepiam e se misturam com os cabelos
que pulam por entre seus dedos nervosos e sedentos
brincando como crianças correndo pelo meu corpo
que fala com todos os poros no pé do seu ouvido
o que foi mil vezes imaginado, antes de ser vivido
O que foi tão desejado, o que foi tão proibido
No instante em que fecho meus olhos e um novo mundo se abre
de portas, janelas e pontes. De cores, formas e outro horizonte
em que eu não mais ando sozinha e somos os olhos do mar
olhando a beira da praia, ao longe a cidade acordar
pulsando sangue nas ruas, de uma longa madrugada
nas buscas e desencontros de casais que por quase nada
desfiguram as esquinas, com suas cores sombrias
poluem, cortam, escondem, seus medos na primeira entrada
No instante em que fecho meus olhos e vejo o sol brilhar
é la de longe que eu te vejo lindo, de olhos abertos sorrindo
E dentro da tua boca, no teu céu de idéias loucas
Vejo minha língua solta, suspensa e livre a dançar
Rodando e esperando o dia em que seremos estrelas
não duas, mas um milhão delas
num mundo onde os olhos fechados
serão clareiras abertas.
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