segunda-feira, 11 de março de 2013

Proibidão

Fecho a tela do computador. Pego papel e caneta e deito na cama de bruços.
Sinto a pele queimando no lençol.
De olhos fechados, largo a caneta. Me deixo solta na cama e não preciso lhe dizer o que fazer. Só de olhar já sei que você é do tipo que nasceu sabendo.
Deixo acontecer.
Entre mãos e bocas.
Urros e gemidos.
Sensações. Pensamentos. Imaginação e dúvida.
EU E VOCÊ.












Será que pode ser?


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